Menos de 6 milhões de turistas internacionais chegaram ao Brasil de janeiro a julho de 2026 e os dados mostram que o nosso país tem estruturas burocráticas que não funcionam e servem apenas para jogar dinheiro fora.
Os números são medíocres, mas ainda assim as autoridades governamentais do turismo fazem questão de celebrar! O Brasil registrou a queda de 1,3% de turistas internacionais de janeiro a julho ante o mesmo período do ano passado. Os dados , de acordo com dados da Embratur, Ministério do Turismo e Polícia Federal. Em números absolutos, foram 5,87 milhões de viajantes estrangeiros contra 5,95 milhões nos sete primeiros meses de 2025.
Se formos olhar a origem destes viajantes – e aqui incluídos aqueles que vêm a negócios, lazer ou para turismo sexual – poderemos observar a cruel realidade:
- A Argentina lidera com 1.979.365, o que corresponde a 37,6%
- Chile em segundo lugar com 471.590 com 9,0%
- USA mandou 395.929 viajantes, alcançando 7,5%
- Do Uruguai entraram 322.951, algo como 6,1% – o que equivale a 10% da população do país alla Uruguay
- Paraguai com 303.880 e 5,8% do total de “entrantes”.
No top 5 de emisosres, quatro são países “vizinhos”, sendo que Argentina, Uruguai e Paraguai possuem um fluxo continuo e não necessariamente de turistas, mas de pessoas que trafegam com regularidade entre os países. No chamado top 10, assustador é perceber que a China está em 8º, com 73.311 “visitantes”, provavelmente trabalhadores e muitos agentes do governo de Pequim.
Mudar a perspectiva da divulgação e do fortalecimento da imagem do Brasil no mundo será um dos principais desafios do governo, caso ele troque de mãos e de orientação a partir de janeiro/2027


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