Sem turistas, ditadura cubana perde seus “financiadores”

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Durante décadas, Cuba soube vender-se como um paraíso onde o socialismo deu certo, onde tudo funcionava e as pessoas eram felizes graças aos avanços da revolução. Mas a máscara caiu…

Acredite, a esquerda mundial soube vender Cuba como uma excepcional destino turístico não para aqueles que pensam igual a eles, mas para os capitalistas. E assim, graças a esta estratégia, quem deveria combater a escravidão na Ilha na realidade a financiava quando azia turismo – atrás de paisagens, charutos e prostitutas.

O primeiro grande golpe veio com as retrições impostas durante a fraudemia, que acabou gerando uma situação de caos em um setor que já enfrentava problemas com a escassez de produtos e de mão de obra. Em todos os setores. Alguns eventos climáticos também serviram parasolapar a produção de tabaco e mesmo cana de açúcar, em um fracasso retumbante do planejamento estatal.

O cenário de caos, com a eclosão cotidiana de protestos, foi sendo agravado com a chegada do Republicano Donald Trump ao govenro do EUA, inciando um processo de efetiva asfixia ao regime – com a proibição do envio de petróleo, fundamental para a manutenção de uma obsoleta estrutura de geração de energia baseada em termelétricas obsoletas, doadas pela antiga URSS no começo dos anos 70. Sem o fornecimento de petróleo de aliados ideológicos como Brasil, Rússia, Venezuela e México, a Ilha virou cada vez mais uma prisão de onde as pessoas buscam escapar a qualquer preço.

A debacle está acentuando a decadência de um país que deixou de viver no imaginário da perfeição para emergir um cenário de pobreza, doenças, sujeira, drogas e violência. Apenas o aparato repressivo do Estado continua funcionando.

Resta saber até quando!

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